Plano fundo



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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Sugestão de atividade Professora Kellen

Atividades da Profª Kellen - 2º ano A - Escola Jesuino Marcondes.
Os alunos leem a história e têm que procurar nas outras fichas a ilustração correspondente  a história.
O grupo que terminar   antes, lê os textos para o resto da turma.

Trabalho de Conclusão - Folclore


Atividades realizadas no 2º ano na Escola Jesuino Marcondes.

Leitura da história A Formiga e a Neve.

Interpretação oral do texto e reflexão sobre a atitude das personagens.

Dramatização com fantoches.



No mês de agosto trabalhei com o Folclore e com o que faz parte: Lendas,parlendas,provérbios e as cantigas de roda.

Leitura de algumas lendas: O Negrinho do Pastoreio

                                                  O Lobisomem

                                                   A Mulher de Branco

Dramatização da lenda: O Negrinho do Pastoreio



Leitura de algumas parlendas, leitura das letras das músicas e  interpretação . Músicas: Atirei o pau no gato e a Linda Rosa Juvenil, dramatização     da música.

Leitura de pequenos textos,    são distribuídos para os grupos fichas com o texto e fichas com ilustração dos textos.

Os alunos leem a história e têm que procurar nas outras fichas a ilustração correspondente  a história.

O grupo que terminar   antes, lê os textos para o resto da turma.


Kellen Bach


domingo, 16 de setembro de 2012

Avaliação Conclusão do Curso

Avaliação Conclusão do Curso
Cursista: Ágatha Helmann
Estou na reta final do Curso de Pedagogia E a D, e após esse curso maravilhoso que tivemos com a Tutora Karine tive um melhor entendimento sobre a alfabetização e a linguagem. Na faculdade as disciplinas são apresentadas de uma forma mais curta não tão esmiuçada como foi no Pró Letramento. Não sou professora ainda e não atuo como estagiária em nenhuma escola. Minha única aproximação com sala de aula foi através dos estágios supervisionados obrigatórios pela UFPR.  Durante o curso, uma das atividades solicitadas era apresentar uma intervenção nossa através de slides. Apresentei  uma regência que fiz em 2011 com uma turma de 1º ano do ensino fundamental.  Nessa apresentação tive a oportunidade de ver “meus erros e meus acertos”, e tive também da parte das minhas colegas opções de como melhorar nas minhas aulas.  Isso foi muito bom pra mim, pois esse ano de 2012 tive que fazer minha última regência do curso, que foi com o Infantil V na educação infantil e numa escola privada a qual fiquei receosa, pois o modo de trabalhar deles é muito rígido, disciplinar, o qual depois me encantei com todos da escola. Minha regência a qual anexei  fotos  foi sobre o tema Folclore e apliquei muitas coisas que aprendi no curso do Pró Letramento. Foi muito bom!  Minhas aulas foram muito elogiadas por todos da escola.

            Agradeço as minhas colegas que já são professoras, por passar um pouquinho das suas experiências e agradeço também a tutora Karine que foi fundamental  por nos transmitir com objetividade e clareza todos conhecimentos necessários para a conclusão do nosso curso.




Mensagem...


Esse texto foi utilizado pela Tutora Regina do curso Pro Letramento Alfabetização e Linguagem da cidade de Afonso Cláudio – ES para o Fascículo 7 Unidade I, achei muito interessante o texto e gostaria de compartilhar com minhas colegas do Pró de Palmeira.

Num processo de seleção da Volkswagen, os candidatos deveriam responder a seguinte
pergunta:
Você tem experiência?

A redação abaixo foi desenvolvida por um dos candidatos.Ele foi aprovado e seu texto está fazendo sucesso...

Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar, já me queimei brincando com vela.Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto, já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo.Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista.Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora. 
Já passei trote por telefone.Já tomei banho de chuva e acabei me viciando.Já roubei beijo.Já confundi sentimentos.Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido.Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro, já me cortei fazendo a barba apressado, já chorei ouvindo música no ônibus.Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer.
Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrelas, já subi em árvore pra roubar fruta, já caí da escada de bunda. Já fiz juras eternas, já escrevi no muro da escola, já chorei sentado no chão do banheiro, já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante.
Já corri pra não deixar alguém chorando, já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só.Já vi o pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado, já me joguei na piscina.
Sem vontade de voltar, já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios, já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar.
Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso, já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial.Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar.Já apostei em correr descalço na rua, já gritei de felicidade, já roubei rosas num enorme jardim.
Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um “para sempre” pela metade.Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol, já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão.
Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção, guardados num baú, chamado coração.
E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita: Qual a sua experiência? Essa pergunta ecoa no meu cérebro: experiência... experiência...
Será que ser “plantador de sorrisos” é uma boa experiência? Não!!! Talvez eles não sabiam ainda colher sonhos!
Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta pergunta:
EXPERIÊNCIA?
Quem a tem, se a todo momento tudo se renova?
Ágatha Helmann

Modo de falar e modo de escrever


20 ° encontro

O tema da aula passada se referia ao modo de falar e modo de escrever, que apresentam diferenças entre a fala e a escrita e principalmente a diferença entre os textos produzidos oralmente e os textos que escrevemos. Essa diferença foi observada ao assistirmos o vídeo, passeio ao memorial JK, que mostra a professora produzindo um texto informativo com seus alunos, ao produzir o texto informativo coletivamente ela faz intervenções na fala dos alunos buscando ser mais precisa, na escolha de palavras como também na construção de frases. A professora cria estratégias mostrando aos alunos que existem diferenças, cultural entre os modos de falar e os modos de escrever.
Na sequência vimos a monitoração na fala e na escrita, a primeira é marcada por menos atenção e menos planejamento que a escrita, monitoramos mais a forma de escrita. E o grau monitoração de ambas depende muito do papel social que se está desempenhando.
Demos continuidade ao esse assunto refletindo sobre as regras variáveis freqüentes nas comunidades de fala no campo e nas cidades, trata-se de uma conversa entre professor e alunos da 1° série, que comentam a respeito da fala do campo e da cidade, esse relato demonstra a competência comunicativa dos alunos ao realizar comentários pertinentes a respeito do filme que assistiram e ao fornecer respostas apropriadas a professora. Ao conduzir a conversa, a professora faz muitos questionamentos e intervenções levando os alunos compreender que o português falado em áreas rurais não se caracteriza como erro, apenas é o português falado de forma diferente em áreas urbanas.
Os nossos alunos apresentam competência na fala, trazem para o ambiente escolar suas vivências e apresentam no modo de falar características do seu grupo social, cabe a nós professores criar estratégias que possam ser empregadas em sala de aula, como produzir textos coletivos, promover a leitura das produções, criar um ambiente de discussão dos textos produzidos e oportunizar a leitura de textos variados.
  
 Cursista: Regina Maria Freitas Barauce

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Diário


Assim aconteceu nosso 19º encontro do Proletramento.

Pauta do dia, avisos e leitura do diário são rotinas dos encontros do Proletramento.
Rir e descontrair sempre com uma nova história. Nesta noite “ Em cima e embaixo”, muito legal.
Obter novas idéias e informações sobre as práticas desenvolvidas com os jogos confeccionados na aula anterior.
Jogos e brincadeiras na educação infantil este foi o tema do vídeo assistido.
Estudar e discutir a importância do brincar para a criança no contexto escolar.
Trabalho em grupo: Leitura e elaboração de projetos sobre jogos e brincadeiras.
Observar pontos relevantes e fundamentais na elaboração de um  projeto.
Socialização dos projetos elaborados nos grupos.

Em síntese o conhecimento adquirido no encontro:

“Os projetos com jogos e brincadeiras são grandes oportunidades de aprender brincando e de brincar aprendendo.”
                                                                  cursista: Elenice da Cruz Gonçalves.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Diário

Diário - 18º Encontro
 Após o filme: A importância do brincar, podemos concluir do  nosso 18º encontro que:  à medida que o brinquedo se desenvolve, o movimento caminha em direção à realidade consciente de seu propósito no ato de brincar. Toda brincadeira tem por propósito, um objetivo final que determinará a atitude afetiva da criança. Falar em jogos, brinquedos ou brincadeiras sem criatividade é tornar o lúdico sem ação. Assim, a importância centra-se na transformação que passa a ser o eixo norteador no desenvolvimento integral da criança.
Quando se brinca, o ser humano cria, inova, deixa fluir sua capacidade e liberdade de inventar novas maneiras para progredir e resolver problemas circunstanciais.
            Entendido como recurso que ensina, desenvolve e educa de forma prazerosa, o brinquedo materializa-se no quebra-cabeça, destinado a ensinar formas ou cores, nos brinquedos de tabuleiros que exigem a compreensão do número e das operações matemáticas, nos brinquedos de encaixe, que trabalhem noções de sequencia, de tamanho e forma, nos múltiplos brinquedos e brincadeiras cuja concepção exigiu um olhar para o desenvolvimento infantil relacionado à percepção sonora, visual, gráfica, motora, corporal e outras. O uso do brinquedo/jogo educativo com fins pedagógicos implica a relevância desse instrumento para situações de aprendizagem e desenvolvimento infantil. Ao assumir a função lúdica/educativa o brinquedo educativo propicia prazer e diversão, completa a criança em seu saber e conhecimento.
            É por meio da atividade lúdica, que a criança assimila ou interpreta a realidade a si própria, atribuindo, então, o jogo um valor educacional muito grande. Neste sentido propõe-se que a escola possibilite um instrumental à criança para que, por meio de jogos, ela assimile as realidades intelectuais, a fim de que estas mesmas realidades não permaneçam exteriores à sua inteligência.
Ágatha Helmann  03/setembro/2012